Diálogo e confiança ajudam a combater o bullying entre crianças e adolescentes

Apelidos e piadas são coisas muito comuns entre grupos de amigos, principalmente crianças e adolescentes. Elas não são proibidas, mas, ao ultrapassarem o limite e quando essas práticas causam constrangimento, tristeza e isolamento nos colegas, o sinal vermelho é acionado e precisamos conversar sobre esse assunto, que deixa de ser brincadeira e vira bullying. Alguns comportamentos podem ajudar os pais e professores a perceber quando uma criança vem sendo vítima de bullying, como quando ela passa a conversar menos, se torna agressiva e tem queda no rendimento escolar.

Por isso, durante todo o ano e com todas as turmas, diversas ações sobre esse assunto são realizadas no CPR como rodas de conversa, trabalhos com cartazes e até mesmo palestras com outros jovens que falam “a mesma língua” e geram confiança no compartilhamento de situações tão delicadas.

Foi o caso do nosso último evento, em que trouxemos a YouTuber Bia Herrero até o nosso Colégio para interagir e falar com os alunos sobre esse tema tão importante. Durante um dia inteiro, ela contou e ouviu experiências das nossas turmas dos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental. “Foi emocionante conversar com os alunos e estar perto deles. Nós temos que debater muito sobre o bullying já que ele pode acontecer não apenas na escola, mas entre os amigos da rua, entre primos e até na internet”, contou a influenciadora, que encabeça a campanha de conscientização “O Bullying não combina com você!”.

Resultados
Após o encontro, os alunos se mostraram mais abertos e confiantes de que o Colégio está ao lado deles para combater o bullying e ajudar tanto quem é alvo como quem pratica esse tipo de agressão, afinal, essa pessoa também pode estar passando por problemas. “Nossa principal intenção é fazer com que os alunos entendam que eles não precisam enfrentar nenhuma questão sozinhos, podem sempre contar com a escola, além da participação fundamental dos familiares nesse processo de crescimento pelo qual eles estão passando”, completa o diretor pedagógico do CPR, Pedro Yamada.

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