Bullying: perigo que pode ser enfrentado

Durante as diferentes fases do desenvolvimento de crianças e adolescentes, vários são os fatores que podem interferir na construção social de suas vidas como as amizades, a descoberta de habilidades, preferências, entre outras coisas. Mas o convívio em sociedade também pode trazer discussões que precisam ser identificadas e resolvidas.
É o caso do bullying. Como definição, a prática pode ser traduzida como atos agressivos de ordem física e ou psicológicas, contra pessoas indefesas, como ser alvo de apelidos maldosos por exemplo. Na maioria das vezes, ações como essas que parecem “naturais da idade”, podem acarretar traumas a longo prazo difíceis de superar.
Segundo especialistas é possível identificar e combater o bullying tanto da parte de quem sofre, quando de quem pratica. Quando a criança ou adolescente sofre com esse problema, costuma apresentar mudanças de comportamento, por exemplo: a vontade de ficar mais tempo isolada, manifesta episódios de tristeza, nervosismo ou raiva frequentemente. Porém o responsável por praticar a violência, também merece cuidados, pois manifesta agressividade também em casa, alguns contam mentiras e chegam a ser hostis. Para a psicóloga e psicopedagoga Lívia Ribeiro Lopes, em alguns casos, “a terapia infantil e familiar, através de orientações aos pais e o processo terapêutico com a criança ou jovem, poderá indicar os melhores caminhos e evitar a o quadro depressivo e seus sintomas”, diz a profissional.

Para combater esse problema é preciso atenção e a construção de parceria e uma rede de apoio especializada para atender a criança ou o jovem, e dessa forma ele compreenda os malefícios que atitudes como essas podem provocar. Ainda para Lívia, o acolhimento é fundamental. “Se faz necessário encarar o problema de frente, e buscar a saúde e o fortalecimento do núcleo familiar”, termina a psicóloga.

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